O facto foi divulgado hoje, sexta-feira, à Angop, pelo sub-director pedagógico da escola do ensino especial, Agostinho Muginga, tendo referido que no presente ano lectivo estudaram na instituição 309 alunos, dos quais 275 foram avaliados da 1ª à 9ª classe por um total de 25 professores.

Considerou satisfatório o aproveitamento dos alunos no presente ano lectivo em que 210 alunos aprovaram, 65 ficaram reprovados e 34 desistiram (das quais 11 meninas).

Apontou como causas da desistência a gravidez precoce, a débil condição económica e financeira de algumas famílias e a falta da merenda escolar que considera um elemento chave no estímulo do estudante.

Criticou alguns pais e outros encarregados de educação por julgarem que a escola de ensino especial é um centro médico ou de reabilitação, já que matriculam as crianças e deixam toda responsabilidade de acompanhamento dos menores para a instituição.

A nova escola comporta oito salas de aulas, campo polivalente, gabinetes do director-geral e do director-pedagógico, secretaria, sala dos professores, casas de banho para alunos e professores.

A construção da nova infra-estrutura foi financiada pela Fundação Lwini e dará maior comodidade aos alunos e docentes.

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